Lucius (Lúcio) C. e o Mestre dos Elementos

Continuando a postagem sobre “Próxima Guerra”, aqui irei falar sobre o personagem central da história. Lucius (ou Lúcio se preferirem) C.

lucius Ao lado, um rascunho do personagem. Desta vez definitivo.

Definitivo? Por quê?

Simples, esse personagem também é antigo. Não tanto como a Mina, mas acredito que ele deva ter uns 3-4 anos (pois é, Próxima Guerra já estava na minha cabeça faz um tempo. Mais embaixo há informações sobre isso).

Como dito na seção Próxima Guerra, ali no menu ao lado, a história se desenrola no sob o olhar dele. Em outras palavras, é com ele que o leitor acompanhará o desenrolar da história. Ou seja, ele é você!

Lucius é um garoto normal. Igual a você se você for um, ou aos que você conhece (se você for uma garota ou indeciso :D). Ou então ao que você já foi, se você já não for mais jovem. Ele é meio indiferente com certas coisas, com outras poucas ele dá atenção, gosta de ficar ouvindo música, as vezes não tem saco para estudar, gosta de ficar admirando as curvas das garotas…

Seu temperamento é variado. Pode se irritar com facilidade em certas situações e em outras pode ficar calmo. O que o irrita mesmo é quando o atrapalham quando ele está fazendo algo no qual está concentrado. Seu jeito passa até uma expressão de desleixo, por ser descuidado e por querer resolver as coisas logo.

Enfim, ele seria alguém comum não fosse o fato dele ser um Código* [ver seção “Próxima Guerra (Next War) para entender]”.

E o que isso implica na vida dele? Muita coisa. Imagine você, tendo uma vida normal e tranquila, quando de repente você percebe que seus reflexos aumentaram, bem como sua percepção e  que você ainda pode manipular em pequena distância o vento? – Tudo isso quando você está sozinho em casa, porque seus pais viajaram a negócios e vão passar um bom tempo fora?


Agora imagine que, pouco tempo depois, você recebe uma carta do melhor e mais caro colégio da cidade convidando-lhe a estudar lá com uma bolsa de estudo?

É assim que Lucius se sentirá no começo da história. Sua vida deu uma verdadeira guinada brusca. Ele é um novato em um esquema que perdura a anos. E dessa forma a história irá se desenrolar. Devido ao seu temperamento variado, ele poderá ter várias reações e com certeza temor e medo (quem não teria diante de tal situação?) são duas delas.

Uma coisa eu irei revelar agora: pasmem ou não, Lucius NÃO é o personagem principal da trama. As coisas acontecem sob o olhar dele, mas o centro de tudo é outra pessoa.

Abaixo, mais dois rascunhos de Lucius.

lucius_cab1 lucius_cab2

Quanto a criação de personagem, como eu digitei lá em cima, ele possui de 3-4 anos (não estou contando com 2009!). Para vocês terem uma idéia, de início ele se chamaria Edward (não, não era influência de FMA) e teria um jeito mais moleque de ser.

Isso era apenas o esboço inicial do personagem. Tudo o que eu queria era gerar um personagem central (na época) para compor a história de Mestre dos Elementos (que é como se chamava a história antigamente).

Como o nome já diz, seria uma história envolvendo os elementos. Ok, coisa já banal e clichê, mas que SEMPRE pode ser reaproveitada e que sempre está em tona. Basta contar de um jeito diferente. O projeto inicial já tinha isso em mente – jovens comuns dotados de habilidades foram do comum, envolvidos em uma trama de grande escala. Cheguei até mesmo a lançar uma revista e vendê-la por aí. Veja abaixo a capa e uma página aleatória. (Novamente, se alguém quiser, eu a posto online por inteiro para você ler).

Capa do projeto antigo. Note a diferença gritante do design do Lucius para os rascunhos de cima. Pois é né...
Capa do projeto antigo. Note a diferença gritante do design do Lucius para os rascunhos de cima. Pois é né…
Página #15. Pelos deuses, reticulas!? Onomatopéias em japonês!? RIDÍCULO, hein?
Página #15. Pelos deuses, retículas!? Onomatopéias em japonês!? RIDÍCULO, hein?

Vejam só a chupinhação completa do estilo tradicional de mangá. Ainda mais, com onomatopéias em japonês? Aonde diabos eu queria parar? É verdade que há uma explicação furreca para o uniforme escolar, o fato de que muitas culturas se misturaram, mas bah! Isso aí era uma desculpa esfarrapada para por esses uniformezinhos japoneses (apesar que em alguns países da América do Sul, os homens usam algo parecido e as mulheres a velha sainha colegial!) Foi por isso que descartei quase tudo e decidi pensar mais um pouco. Decidi repensar o personagem que estava muito sem sal e a trama em si.

Verdade que os elementos foram mantidos, mas em menor escala e menos exagerado. Além de que, os personagens vão ainda descobrir as suas capacidades. É algo mais ou menos com o que o Stan Lee fez com os X-men (apesar que as opiniões acerca dos Códigos é dividida e não de preconceito como nos mutantes) e mais ainda com o que ocorre em Heroes. A visão geral, entretanto, é mais humana, mais focada no ser humano e obviamente na ambição da mesma e na busca pela perfeição, mas sem aquelas lições de moral chatas que a gente vê por aí.

Mestre dos Elementos era um nome muito… sei lá. Não batia. Próxima Guerra ficou melhor, acredito eu. Pois reflete sobre como seriam as próximas guerras da humanidade. Esse título foi pensado depois de dar uma estudada na “evolução” da guerra. Coincidentemente, há um jogo bem bacana, que é o Civilization. Nele você praticamente constrói sua nação no decorrer da História. Desde 4000 AC até… 2000 e sei lá quanto, ou quando você constrói um módulo espacial e vence a conquista espacial. Isso tudo tendo que fazer acordos, alianças, trocas comerciais, guerras, com as outras nações e pesquisar avanços tecnológicos que vão desde a Agricultura, até a Robótica e outros. Bem, no próprio jogo (no 4º), há alguns cenários modificados e um deles chama-se justamente… “Next War (Próxima Guerra)”. Apesar de tudo, o cenário trata de algo diferente, apesar do conceito também futuristico da trama. De certa forma, a música da interface me inspira a desenhar algo do projeto😀. Mas lembrem-se, o meu projeto NADA tem a ver com a modificação do jogo. A única coisa em comum é o nome, por sinal, também banal (experimente escrever Next War ou Próxima Guerra no Google para você ver).

Enfim, como você leu, não há lições de moral, a menos que o leitor QUEIRA VÊ-LAS. Se ele procurar, ele vai achá-las, se não, tanto faz como tanto fez, apesar de que realmente há uma crítica, senão a obra não teria tanto sentido assim. Na verdade, o que interessa é: que o leitor se divirta lendo. Esse é que é o foco principal de uma HQ ou livro. E-N-T-R-E-T-E-N-I-M-E-N-T-O.

Bem, é isso. Em breve eu posto sobre os outros personagens.

Fiquem ligados!

2 Respostas to “Lucius (Lúcio) C. e o Mestre dos Elementos”

  1. ahhh eu gosto assim Mestre… num sacaneia naum… mas o Lúcio esta beeeemmm melhor agora. Fato! Mas ainda espero os textos em Justificado….😄

  2. […] à concepção… quando eu havia lançado o Falecido #1 da história (vide este post) Júlia tinha praticamente o mesmo design, tirando o fato de que eu ainda tentava emular o […]

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